Alfredo Magalhães
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Nossos objetivos e metas principais
Objetivos e metas
Objetivos da Unidade Escolar
Descrição
1 Desenvolver um trabalho educativo com vista a realidade sócio-política, cultural e ambiental da sociedade em que vive o educando.
2 Fortalecer o atendimento do Tempo Integral a comunidade à comunidade escolar com o propósito de ampliar o tempo de vivência do aluno na escola, possibilitando ao mesmo condições que contribuam para um eficaz exercício de sua cidadania.
3 Oferecer ao educando uma composição curricular voltada para sua realidade, que lhe garanta uma base nacional comum e diversificada.
4 Estimular a participação da comunidade escolar nos processos de tomadas de decisões da Unidade Escolar possibilitando uma maior eficiência da gestão.
5 Promover a realização sistemática da avaliação educacional e institucional.
6 Estimular a ação de projetos sociais.
7 Adotar medidas preventivas para diminuir o índice de reprovação e evasão escolar.
8 Ampliar a participação do Colegiado no planejamento e acompanhamento das ações da Instituição.
9 Firmar parceria com a comunidade de entorno.
10 Desenvolver ações de integração com a comunidade.
11 Fortalecer o ensino da História e Cultura Afro-brasileira e Africana, assim como incluir a temática História e Cultura Indígena.
12 Buscar junto ao órgão competente a reforma da escola, como também a adequação de um espaço que se encontra ocioso para recreação e prática desportiva.
Objetivos da Unidade Escolar
Descrição
1 Desenvolver um trabalho educativo com vista a realidade sócio-política, cultural e ambiental da sociedade em que vive o educando.
2 Fortalecer o atendimento do Tempo Integral a comunidade à comunidade escolar com o propósito de ampliar o tempo de vivência do aluno na escola, possibilitando ao mesmo condições que contribuam para um eficaz exercício de sua cidadania.
3 Oferecer ao educando uma composição curricular voltada para sua realidade, que lhe garanta uma base nacional comum e diversificada.
4 Estimular a participação da comunidade escolar nos processos de tomadas de decisões da Unidade Escolar possibilitando uma maior eficiência da gestão.
5 Promover a realização sistemática da avaliação educacional e institucional.
6 Estimular a ação de projetos sociais.
7 Adotar medidas preventivas para diminuir o índice de reprovação e evasão escolar.
8 Ampliar a participação do Colegiado no planejamento e acompanhamento das ações da Instituição.
9 Firmar parceria com a comunidade de entorno.
10 Desenvolver ações de integração com a comunidade.
11 Fortalecer o ensino da História e Cultura Afro-brasileira e Africana, assim como incluir a temática História e Cultura Indígena.
12 Buscar junto ao órgão competente a reforma da escola, como também a adequação de um espaço que se encontra ocioso para recreação e prática desportiva.
Missão, Visão e valores do colégio Alfredo Magalhães
2.6.1. Missão
A missão desta unidade escolar é Ter compromisso com o ensino de qualidade respeitando a diversidade com ética e equidade.
Visão
A unidade escolar tem como visão... Trabalhar no coletivo dentro de uma gestão democrática , participativa e autônoma, com compromisso , seriedade e responsabilidade proporcionando serviços de qualidade para a comunidade interna e externa.
Valores
A comunidade escolar tem como valores:
a) Compromisso
b) Seriedade
c) Respeito
d) Solidariedade
A missão desta unidade escolar é Ter compromisso com o ensino de qualidade respeitando a diversidade com ética e equidade.
Visão
A unidade escolar tem como visão... Trabalhar no coletivo dentro de uma gestão democrática , participativa e autônoma, com compromisso , seriedade e responsabilidade proporcionando serviços de qualidade para a comunidade interna e externa.
Valores
A comunidade escolar tem como valores:
a) Compromisso
b) Seriedade
c) Respeito
d) Solidariedade
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
COLÉGIO ESTADUAL DR. ALFREDO MAGALHÃES
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ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA
Uma reflexão sobre a moral, costumes, ética e preconceito.
Aspectos motivacionais do Projeto
Ao se pensar sobre as formas de discutir, questionar e levar a questão tratada no ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA DE JOSÉ SARAMAGO NA VERSÃO CINEMATOGRÁFICA com os alunos, a luz da razão platônica tão bem entendida no mito da caverna, que exemplifica como podemos nos libertar da condição de escuridão que nos aprisiona através da luz da verdade.
Comparando o Mito das cavernas com o Ensaio sobre a Cegueira pode-se perceber claramente como o questionamento sobre os valores humanos foi e é motivo de preocupação desde as remotas épocas da história da humanidade.
Descreve assim o mito descrito por Platão.
Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.
Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira.
Os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.
Um dos prisioneiros decide abandonar essa condição e fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões. Aos poucos vai se movendo e avança na direção do muro e o escala, com dificuldade enfrenta os obstáculos que encontra e sai da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.
Platão não buscava as verdadeiras essências da forma física como buscavam Demócrito e seus seguidores. Sob a influência de Sócrates, ele buscava a verdade essencial das coisas.
Na tela Ensaio sobre a cegueira se mostra o produto destas tensões entre palavra e imagem, entre o visível e o invisível, entre a cegueira como perda da visão por deficiência do olho ou do cérebro humanos e a cegueira como metáfora do gesto das pessoas enquanto espectadoras de cinema e, fora do cinema, enquanto condicionadas a ver apenas parte das coisas ou a se comportar como espectadoras da história que vivem .
Objetivos
Estudar os valores humanos e sua perda no século XXI trabalhando as formas de validação do outro, da solidariedade e outras formas do ser e do conviver.
Clientela
Alunos do eixo V e VI na disciplina história.
CONTEÚDOS
Ø Valores humanos
Ø AGNOSIA – AGNOSTICA( suas diferenças)
Ø A razão
Ø A emoção
Ø O ser
Ø O conviver
Metodologia
ASSISTIR O FILME E PERCEBER AS IDEIAS MAIS MARCANTES PARA DISCUSSÃO EM SALA DE AULA
TEATRO(CRIAR UM ROTEIRO).
JOGRAL ( CRIAR ROTEIRO).
SEMINÁRIO SOBRE OS VALORES HUMANOS COM OS ALUNOS.
BIBLIOGRAFIA:
pt.wikipedia.org/wiki/Mito_da_caverna
www.valenews.com.br/.../5549-o2-filmes-vai-contratar-200-pessoas-para-trabalhar-no-filme-vips-com-wagner-moura-em-pindamon
ANEXO
Sinopse: ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA conta a história de uma inédita epidemia de cegueira, inexplicável, que se abate sobre uma cidade não identificada. Tal "cegueira branca" - assim chamada, pois as pessoas infectadas passam a ver apenas uma superfície leitosa - manifesta-se primeiramente em um homem no trânsito e, lentamente, espalha-se pelo país. Aos poucos, todos acabam cegos e reduzidos a meros seres lutando por suas necessidades básicas, expondo seus instintos primários. À medida que os afetados pela epidemia são colocados em quarentena e os serviços do Estado começam a falhar, a trama segue a mulher de um médico, a única pessoa que não é afetada pela doença.
O foco do filme, no entanto, não é desvendar a causa da doença ou sua cura, mas mostrar o desmoronar completo da sociedade que, perde tudo aquilo que considera civilizado. Ao mesmo tempo em que vemos o colapso da civilização, um grupo de internos tenta reencontrar a humanidade perdida. O brilho branco da cegueira ilumina as percepções das personagens principais, e a história torna-se não só um registro da sobrevivência física das multidões cegas, mas, também, dos seus mundos emocionais e da dignidade que tentam manter. Mais do que olhar, importa reparar no outro. Só dessa forma o homem se humaniza novamente.
Curiosidades:
Na tela Ensaio sobre a cegueira se mostra o produto destas tensões entre palavra e imagem, entre o visível e o invisível, entre a cegueira como perda da visão por deficiência do olho ou do cérebro humanos e a cegueira como metáfora do gesto das pessoas enquanto espectadoras de cinema e, fora do cinema, enquanto condicionadas a ver apenas parte das coisas ou a se comportar como espectadoras da história que vivem .
Trata-se, portanto, de criar uma imagem de todos estes significados. Cada um deles só se percebe quando se vê o outro. Para sentir a cegueira como metáfora do comportamento social, o espectador deve passar por uma forma dramática que torne visível a experiência de não ver. E mais, durante a projeção o espectador deve ficar cego a tudo o mais para ver apenas o cinema, a construção cinematográfica que finge dar uma informação visual precisa para que seja possível perceber que na realidade não vemos. Os rostos em primeiro plano deixa claro que vemos mas não conhecemos os personagens: eles não têm nomes. Não sabemos quem eles são.
Guiados pelo som, assim como um cego, as duas palavras soam como se saídas uma da outra, agnosia, (a-gnosis, perda da capacidade de reconhecer pessoas, objetos, formas) e agnóstica (agnostos, a pessoa que perdeu a crença, que não crê na existência de Deus).
A sugestão de que a perda da visão é conseqüência ou direta expressão da perda da fé é retomada no trecho final do filme e deste mesmo modo sussurrado: na rápida passagem pela igreja (os santos com os olhos vendados por algum padre que perdeu a fé, supõe um personagem) e nas duas cenas que simbolizam um batismo.
Algo nestas imagens traz à memória alguns filmes brasileiros. Não porque Ensaio sobre a cegueira tenha procurado citá-los, mas porque, como eles, trabalha uma imagem que faz parte do inconsciente cinematográfico, uma representação da recuperação de fé em si mesmo em Deus e no mundo. O Matraga de Roberto Santos em A hora e vez de Augusto Matraga (1967), o Afonso de Carlos Diegues em Chuvas de verão (1978), a Zulmira de A falecida de Leon Hirszman (1965), são exemplos de personagens que se batizam num dia de chuva, braços abertos, a boca e os olhos ainda mais abertos para o céu, bem assim como fazem agora os personagens de Ensaio sobre a cegueira.
Ensaio sobre a cegueira trabalha então com uma multiplicidade de pontos de vista, com uma agilidade visual superior à do olho humano para representar uma cegueira feita não de escuridão mas de branco, de um excesso de luz. Esta imagem contraditória – ver muito para representar o não ver – é que efetivamente traduz o texto de Saramago. Isto é, a reinvenção do livro se realiza no que é próprio do cinema, na composição do quadro mais do que nas ações que o quadro registra. As ações, mesmo aquelas apenas sugeridas entre sombras, como as da violência sexual, importam menos. Vale a imagem. Ela pode mesmo sugerir uma ação ou história, mas não depende delas.
O filme não se propõe a responder, mas sim questionar, especialmente a natureza humana. Por meio da montagem e do trabalho de desgaste visual do figurino e cenários, Ensaio Sobre a Cegueira deixa claro como a humanidade tende a caminhar ao caos uma vez que não existem mais regras nem moral. Quando todos deixam de enxergar, é como se ocorresse uma implosão dentro da sociedade e o caos é estabelecido, não somente junto aos infectados, mas também junto a quem tenta não ficar cego. Neste caso, cabe questão da personagem tão bem interpretada por Julianne Moore: neste caso, pior é ser o único a ver.
Resumo/contexto da obra literária
Esta obra, de José Saramago, faz uma intensa crítica aos valores da sociedade, e ao que acontece quando um dos sentidos vitais falta à população.
A cegueira começa num único homem, durante a sua rotina habitual. Quando está sentado no semáforo, este homem tem um ataque de cegueira, e é aí, com as pessoas que correm em seu socorro que uma cadeia sucessiva de cegueira se forma… Uma cegueira, branca, como um mar de leite e jamais conhecida, alastra-se rapidamente em forma de epidemia. O governo decide agir, e as pessoas infectadas são colocadas em uma quarentena com recursos limitados que irá desvendar aos poucos as características primitivas do ser humano. A força da epidemia não diminui com as atitudes tomadas pelo governo e depressa o mundo se torna cego, onde apenas uma mulher, misteriosa e secretamente manterá a sua visão, enfrentando todos os horrores que serão causados, presenciando visualmente todos os sentimentos que se desenrolam na obra: poder, obediencia, ganância, carinho, desejo, vergonha; dominadores, dominados, subjugadores e subjulgados. Nesta quarentena esses sentimentos se irão desenvolver sob diversas formas: lutas entre grupos pela pouca comida disponibilizada, compaixão pelos doentes e os mais necessitados, como idosos ou crianças, embaraço por atitudes que antes nunca seriam cometidas, atos de violência e abuso sexual, mortes,…
Ao conseguir finalmente sair (devido a um fogo posto na camarata de uma grupo dominante, que instalara ainda mais o desespero controlando a comida a troco de todos os bens dos restantes e serviços sexuais) do antigo hospício onde o governo os pusera em quarentena, a mulher que vê depara-se com a ausência de guarda: “a cidade estava toda infectada”; cadáveres, lixo, detritos, todo o tipo de sujidade e imundice se instalara pela cidade. Os cegos passaram a seguir os seus instintos animais, e sobreviviam como nômades, instalando-se em lojas ou casas desconhecidas.
Saramago mostra, através desta obra intensiva e sofrida, as reacções do ser humano às necessidades, à incapacidade, à impotência, ao desprezo e ao abandono. Leva-nos também a refletir sobre a moral, costumes, ética e preconceito através dos olhos da personagem principal, a mulher do médico, que se depara ao longo da narrativa com situações inadmissíveis; mata para se preservar e aos demais, depara-se com a morte de maneiras bizarras, como cadáveres espalhados pelas ruas e incêndios; após a saída do hospício, ao entrar numa igreja, presencia um cenário em que todos os santos se encontram vendados: “se os céus não vêem, que ninguém veja”…
A obra acaba quando subitamente, exatamente pela ordem de contágio, o mundo cego dá lugar ao mundo imundo e bárbaro. No entanto, as memórias e rastros não se desvanecem.
Personagens
José Saramago não faz a distinção de personagens pelos seus nomes, mas sim pelas suas características e particularidades. Entre os personagens principais, temos o primeiro cego, a mulher do primeiro cego, o médico, a mulher do médico (que vê), a rapariga dos óculos escuros, o velho com a venda no olho e o rapazinho estrábico. Vão aparecendo ao longo do livro outros personagens secundárias, como o cego da pistola, o cego que escreve em braile, o ladrão, os soldados, a velha do primeiro andar,o cão de lágrimas…
A rapariga dos oculos escuros – “Mãezinha, paizinho…Não está ninguém, disse a rapariga dos óculos escuros, e desatou-se a chorar encostada à porta…, não tivéssemos nós aprendido o suficiente do complicado que é o espírito humano, e estranharíamos que queira tanto a seus pais, ao ponto destas demonstrações de dor, uma rapariga de costumes tão livres,…”
Tipo de escrita
Podemos concluir que a obra é de difícil leitura devido a dois importantes factores:
o contexto filosófico de Saramago
o estilo de escrita – poucos paragrafos, poucos pontos finais, falas entre vírgulas,… - o que exige uma verdadeira concentração na leitura
Excertos
“Por que foi que cegámos, Não sei, talvez um dia se chegue a conhecer a razão, Queres que te diga o que penso, Diz, Penso que não cegámos, penso que estamos cegos, Cegos que veem, Cegos que, vendo, não veem”
“O medo cega, disse a rapariga dos óculos escuros, São palavras certas, já éramos cegos no momento em que cegámos, o medo nos cegou, o medo nos fará continuar cegos, Quem está a falar, perguntou o médico, Um cego, respondeu a voz, só um cego, é o que temos aqui.”
“Lutar foi sempre, mais ou menos, uma forma de cegueira, Isto é diferente, Farás o que melhor te parecer, mas não te esqueças daquilo que nós somos aqui, cegos, simplesmente cegos, cegos sem retóricas nem comiserações, o mundo caridoso e pitoresco dos ceguinhos acabou, agora é o reino duro, cruel e implacável dos cegos, Se tu pudesses ver o que eu sou obrigada a ver, quererias estar cego, Acredito, mas não preciso, cego já estou, Perdoa-me, meu querido, se tu soubesses, Sei, sei, levei a minha vida a olhar para dentro dos olhos das pessoas, é o único lugar do corpo onde talvez ainda exista uma alma, e se eles se perderam”.
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ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA
Uma reflexão sobre a moral, costumes, ética e preconceito.
Aspectos motivacionais do Projeto
Ao se pensar sobre as formas de discutir, questionar e levar a questão tratada no ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA DE JOSÉ SARAMAGO NA VERSÃO CINEMATOGRÁFICA com os alunos, a luz da razão platônica tão bem entendida no mito da caverna, que exemplifica como podemos nos libertar da condição de escuridão que nos aprisiona através da luz da verdade.
Comparando o Mito das cavernas com o Ensaio sobre a Cegueira pode-se perceber claramente como o questionamento sobre os valores humanos foi e é motivo de preocupação desde as remotas épocas da história da humanidade.
Descreve assim o mito descrito por Platão.
Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali.
Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira.
Os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade.
Um dos prisioneiros decide abandonar essa condição e fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões. Aos poucos vai se movendo e avança na direção do muro e o escala, com dificuldade enfrenta os obstáculos que encontra e sai da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza.
Platão não buscava as verdadeiras essências da forma física como buscavam Demócrito e seus seguidores. Sob a influência de Sócrates, ele buscava a verdade essencial das coisas.
Na tela Ensaio sobre a cegueira se mostra o produto destas tensões entre palavra e imagem, entre o visível e o invisível, entre a cegueira como perda da visão por deficiência do olho ou do cérebro humanos e a cegueira como metáfora do gesto das pessoas enquanto espectadoras de cinema e, fora do cinema, enquanto condicionadas a ver apenas parte das coisas ou a se comportar como espectadoras da história que vivem .
Objetivos
Estudar os valores humanos e sua perda no século XXI trabalhando as formas de validação do outro, da solidariedade e outras formas do ser e do conviver.
Clientela
Alunos do eixo V e VI na disciplina história.
CONTEÚDOS
Ø Valores humanos
Ø AGNOSIA – AGNOSTICA( suas diferenças)
Ø A razão
Ø A emoção
Ø O ser
Ø O conviver
Metodologia
ASSISTIR O FILME E PERCEBER AS IDEIAS MAIS MARCANTES PARA DISCUSSÃO EM SALA DE AULA
TEATRO(CRIAR UM ROTEIRO).
JOGRAL ( CRIAR ROTEIRO).
SEMINÁRIO SOBRE OS VALORES HUMANOS COM OS ALUNOS.
BIBLIOGRAFIA:
pt.wikipedia.org/wiki/Mito_da_caverna
www.valenews.com.br/.../5549-o2-filmes-vai-contratar-200-pessoas-para-trabalhar-no-filme-vips-com-wagner-moura-em-pindamon
ANEXO
Sinopse: ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA conta a história de uma inédita epidemia de cegueira, inexplicável, que se abate sobre uma cidade não identificada. Tal "cegueira branca" - assim chamada, pois as pessoas infectadas passam a ver apenas uma superfície leitosa - manifesta-se primeiramente em um homem no trânsito e, lentamente, espalha-se pelo país. Aos poucos, todos acabam cegos e reduzidos a meros seres lutando por suas necessidades básicas, expondo seus instintos primários. À medida que os afetados pela epidemia são colocados em quarentena e os serviços do Estado começam a falhar, a trama segue a mulher de um médico, a única pessoa que não é afetada pela doença.
O foco do filme, no entanto, não é desvendar a causa da doença ou sua cura, mas mostrar o desmoronar completo da sociedade que, perde tudo aquilo que considera civilizado. Ao mesmo tempo em que vemos o colapso da civilização, um grupo de internos tenta reencontrar a humanidade perdida. O brilho branco da cegueira ilumina as percepções das personagens principais, e a história torna-se não só um registro da sobrevivência física das multidões cegas, mas, também, dos seus mundos emocionais e da dignidade que tentam manter. Mais do que olhar, importa reparar no outro. Só dessa forma o homem se humaniza novamente.
Curiosidades:
Na tela Ensaio sobre a cegueira se mostra o produto destas tensões entre palavra e imagem, entre o visível e o invisível, entre a cegueira como perda da visão por deficiência do olho ou do cérebro humanos e a cegueira como metáfora do gesto das pessoas enquanto espectadoras de cinema e, fora do cinema, enquanto condicionadas a ver apenas parte das coisas ou a se comportar como espectadoras da história que vivem .
Trata-se, portanto, de criar uma imagem de todos estes significados. Cada um deles só se percebe quando se vê o outro. Para sentir a cegueira como metáfora do comportamento social, o espectador deve passar por uma forma dramática que torne visível a experiência de não ver. E mais, durante a projeção o espectador deve ficar cego a tudo o mais para ver apenas o cinema, a construção cinematográfica que finge dar uma informação visual precisa para que seja possível perceber que na realidade não vemos. Os rostos em primeiro plano deixa claro que vemos mas não conhecemos os personagens: eles não têm nomes. Não sabemos quem eles são.
Guiados pelo som, assim como um cego, as duas palavras soam como se saídas uma da outra, agnosia, (a-gnosis, perda da capacidade de reconhecer pessoas, objetos, formas) e agnóstica (agnostos, a pessoa que perdeu a crença, que não crê na existência de Deus).
A sugestão de que a perda da visão é conseqüência ou direta expressão da perda da fé é retomada no trecho final do filme e deste mesmo modo sussurrado: na rápida passagem pela igreja (os santos com os olhos vendados por algum padre que perdeu a fé, supõe um personagem) e nas duas cenas que simbolizam um batismo.
Algo nestas imagens traz à memória alguns filmes brasileiros. Não porque Ensaio sobre a cegueira tenha procurado citá-los, mas porque, como eles, trabalha uma imagem que faz parte do inconsciente cinematográfico, uma representação da recuperação de fé em si mesmo em Deus e no mundo. O Matraga de Roberto Santos em A hora e vez de Augusto Matraga (1967), o Afonso de Carlos Diegues em Chuvas de verão (1978), a Zulmira de A falecida de Leon Hirszman (1965), são exemplos de personagens que se batizam num dia de chuva, braços abertos, a boca e os olhos ainda mais abertos para o céu, bem assim como fazem agora os personagens de Ensaio sobre a cegueira.
Ensaio sobre a cegueira trabalha então com uma multiplicidade de pontos de vista, com uma agilidade visual superior à do olho humano para representar uma cegueira feita não de escuridão mas de branco, de um excesso de luz. Esta imagem contraditória – ver muito para representar o não ver – é que efetivamente traduz o texto de Saramago. Isto é, a reinvenção do livro se realiza no que é próprio do cinema, na composição do quadro mais do que nas ações que o quadro registra. As ações, mesmo aquelas apenas sugeridas entre sombras, como as da violência sexual, importam menos. Vale a imagem. Ela pode mesmo sugerir uma ação ou história, mas não depende delas.
O filme não se propõe a responder, mas sim questionar, especialmente a natureza humana. Por meio da montagem e do trabalho de desgaste visual do figurino e cenários, Ensaio Sobre a Cegueira deixa claro como a humanidade tende a caminhar ao caos uma vez que não existem mais regras nem moral. Quando todos deixam de enxergar, é como se ocorresse uma implosão dentro da sociedade e o caos é estabelecido, não somente junto aos infectados, mas também junto a quem tenta não ficar cego. Neste caso, cabe questão da personagem tão bem interpretada por Julianne Moore: neste caso, pior é ser o único a ver.
Resumo/contexto da obra literária
Esta obra, de José Saramago, faz uma intensa crítica aos valores da sociedade, e ao que acontece quando um dos sentidos vitais falta à população.
A cegueira começa num único homem, durante a sua rotina habitual. Quando está sentado no semáforo, este homem tem um ataque de cegueira, e é aí, com as pessoas que correm em seu socorro que uma cadeia sucessiva de cegueira se forma… Uma cegueira, branca, como um mar de leite e jamais conhecida, alastra-se rapidamente em forma de epidemia. O governo decide agir, e as pessoas infectadas são colocadas em uma quarentena com recursos limitados que irá desvendar aos poucos as características primitivas do ser humano. A força da epidemia não diminui com as atitudes tomadas pelo governo e depressa o mundo se torna cego, onde apenas uma mulher, misteriosa e secretamente manterá a sua visão, enfrentando todos os horrores que serão causados, presenciando visualmente todos os sentimentos que se desenrolam na obra: poder, obediencia, ganância, carinho, desejo, vergonha; dominadores, dominados, subjugadores e subjulgados. Nesta quarentena esses sentimentos se irão desenvolver sob diversas formas: lutas entre grupos pela pouca comida disponibilizada, compaixão pelos doentes e os mais necessitados, como idosos ou crianças, embaraço por atitudes que antes nunca seriam cometidas, atos de violência e abuso sexual, mortes,…
Ao conseguir finalmente sair (devido a um fogo posto na camarata de uma grupo dominante, que instalara ainda mais o desespero controlando a comida a troco de todos os bens dos restantes e serviços sexuais) do antigo hospício onde o governo os pusera em quarentena, a mulher que vê depara-se com a ausência de guarda: “a cidade estava toda infectada”; cadáveres, lixo, detritos, todo o tipo de sujidade e imundice se instalara pela cidade. Os cegos passaram a seguir os seus instintos animais, e sobreviviam como nômades, instalando-se em lojas ou casas desconhecidas.
Saramago mostra, através desta obra intensiva e sofrida, as reacções do ser humano às necessidades, à incapacidade, à impotência, ao desprezo e ao abandono. Leva-nos também a refletir sobre a moral, costumes, ética e preconceito através dos olhos da personagem principal, a mulher do médico, que se depara ao longo da narrativa com situações inadmissíveis; mata para se preservar e aos demais, depara-se com a morte de maneiras bizarras, como cadáveres espalhados pelas ruas e incêndios; após a saída do hospício, ao entrar numa igreja, presencia um cenário em que todos os santos se encontram vendados: “se os céus não vêem, que ninguém veja”…
A obra acaba quando subitamente, exatamente pela ordem de contágio, o mundo cego dá lugar ao mundo imundo e bárbaro. No entanto, as memórias e rastros não se desvanecem.
Personagens
José Saramago não faz a distinção de personagens pelos seus nomes, mas sim pelas suas características e particularidades. Entre os personagens principais, temos o primeiro cego, a mulher do primeiro cego, o médico, a mulher do médico (que vê), a rapariga dos óculos escuros, o velho com a venda no olho e o rapazinho estrábico. Vão aparecendo ao longo do livro outros personagens secundárias, como o cego da pistola, o cego que escreve em braile, o ladrão, os soldados, a velha do primeiro andar,o cão de lágrimas…
A rapariga dos oculos escuros – “Mãezinha, paizinho…Não está ninguém, disse a rapariga dos óculos escuros, e desatou-se a chorar encostada à porta…, não tivéssemos nós aprendido o suficiente do complicado que é o espírito humano, e estranharíamos que queira tanto a seus pais, ao ponto destas demonstrações de dor, uma rapariga de costumes tão livres,…”
Tipo de escrita
Podemos concluir que a obra é de difícil leitura devido a dois importantes factores:
o contexto filosófico de Saramago
o estilo de escrita – poucos paragrafos, poucos pontos finais, falas entre vírgulas,… - o que exige uma verdadeira concentração na leitura
Excertos
“Por que foi que cegámos, Não sei, talvez um dia se chegue a conhecer a razão, Queres que te diga o que penso, Diz, Penso que não cegámos, penso que estamos cegos, Cegos que veem, Cegos que, vendo, não veem”
“O medo cega, disse a rapariga dos óculos escuros, São palavras certas, já éramos cegos no momento em que cegámos, o medo nos cegou, o medo nos fará continuar cegos, Quem está a falar, perguntou o médico, Um cego, respondeu a voz, só um cego, é o que temos aqui.”
“Lutar foi sempre, mais ou menos, uma forma de cegueira, Isto é diferente, Farás o que melhor te parecer, mas não te esqueças daquilo que nós somos aqui, cegos, simplesmente cegos, cegos sem retóricas nem comiserações, o mundo caridoso e pitoresco dos ceguinhos acabou, agora é o reino duro, cruel e implacável dos cegos, Se tu pudesses ver o que eu sou obrigada a ver, quererias estar cego, Acredito, mas não preciso, cego já estou, Perdoa-me, meu querido, se tu soubesses, Sei, sei, levei a minha vida a olhar para dentro dos olhos das pessoas, é o único lugar do corpo onde talvez ainda exista uma alma, e se eles se perderam”.
Projeto 20 de novembro das turmas do eixoVI-noturno
COLÉGIO ESTADUAL DR. ALFREDO MAGALHÃES
PROFª RITA SACRAMENTO
DISCIPLINA: HISTÓRIA

PROJETO ÁFRICA –BAHIA
IDENTIDADE E DIVERSIDADE
Salvador
Novembro
2010
SOU NEGRO
A Dione Silva
Sou Negro
meus avós foram queimados
pelo sol da África
minh'alma recebeu o batismo dos tambores atabaques, gonguês e agogôs
Contaram-me que meus avós
vieram de Luanda
como mercadoria de baixo preço plantaram cana pro senhor do engenho novo
e fundaram o primeiro Maracatu.
Depois meu avô brigou como um danado nas terras de Zumbi
Era valente como quê
Na capoeira ou na faca
escreveu não leu
o pau comeu
Não foi um pai João
humilde e manso
Mesmo vovó não foi de brincadeira
Na guerra dos Malês
ela se destacou
Na minh'alma ficou
o samba
o batuque
o bamboleio
e o desejo de libertação...
Solano Trindade
PÚBLICO –ALVO
OS ALUNOS DO EIXO VI
OBJETIVO GERAL
COMPREENDER AS AFINIDADES E CONTRIBUIÇÕES DOS POVOS AFRICANOS PARA A FORMAÇÃO DO POVO BRASILEIRO E EM ESPECIAL O BAIANO.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Reconhecer os países africanos que forneceram mão de obra para o Brasil e a Bahia na era colonial colonial.
Conhecer o modus vivendi dessas culturas e suas influencias no modus vivendi brasileiro e baiano.
Fazer um paralelo entre esses países africanos até o momento atual.
Conhecer a poesia desses países...
Conhecer a mitologia desses povos.
ASPECTOS MOTIVACIONAIS DO PROJETO
A Lei 10639 e 11 645 dão ao povo negro o reconhecimento de suas lutas para firmarem-se como etnia formadora do povo brasileiro e em especial do povo baiano.
Assim os povos que forçosamente tiveram que mandar mão de obra escrava para o Brasil deixaram fortes marcas no modus vivendi do baiano.
A escola como instituição de ensino formal e também formadora de opiniões pretende trabalhar esse projeto além da parte de aprendizagem em sala de aula , também com a Feira das nações africanas África/Bahia.
É um projeto interdisciplinar pois os aspectos a serem trabalhados irão desde o econômico até o cultural passando pelo geográfico e manifestações artísticas, gastronômicas e religiosas.
Relacionar o negro e o poder é resgatar uma imagética perdida , é mudar um paradigma do negro escravizado , sofrido , para um negro resiliente, inteligente, lutador onde o período da escravidão no Brasil (500 anos) é incompatível com toda a história do continente africano, vivo há milhões de anos.
METODOLOGIA
ESSE PROJETO TERÁ INICIO NA III UNIDADE COM CULMINÂNCIA NO DIA 18 DE NOVEMBRO DE 2010.
OS PAÍSES PESQUISADOS EM SEUS ASPECTOS DA ANTIGUIDADE E DA ATUALIDADE SÃO:
ANGOLA
MOÇAMBIQUE
TOGO
CONGO
GUINÉ-BISSAU
NIGÉRIA
SENEGAL
SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
UGANDA
SUDÃO
SAARA OCIDENTAL
Como são ao todo 11 países as salas se juntarão para trabalhá-los afim de que todos eles sejam contemplados.
A CONFIGURAÇÃO DOS TRABALHOS NOS EIXO 1,2,3,4 SERÁ DA SEGUINTE FORMA:
EIXO VI N1 –
ANGOLA
MOÇAMBIQUE
EIXO VI N2-
TOGO
CONGO
GUINÉ-BISSAU
EIXO VI N3-
NIGÉRIA
SENEGAL
SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
EIXO VI N4-
UGANDA
SUDÃO
SAARA OCIDENTAL
Aspectos que serão trabalhados dos países acima designados:
História
Religião
Língua
Localização geográfica
Gastronomia
Mitologia
Poesia
Bandeira
Música
Dança
PESQUISAS QUE ANTECEDEM A O MOMENTO DA CULMINÂNCIA.
Pesquisar sobre a diversidade dessas etnias africanas:
ANGOLA
MOÇAMBIQUE
TOGO
CONGO
GUINÉ-BISSAU
NIGÉRIA
SENEGAL
SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
UGANDA
SUDÃO
SAARA OCIDENTAL
PLANO DE AÇÃO DA CULMINÂNCIA
O QUE QUANDO PORQUE ONDE QUEM
Salas contendo com os pratos típicos e história dos países:
ANGOLA
MOÇAMBIQUE
TOGO
CONGO
GUINÉ-BISSAU
NIGÉRIA
SENEGAL
SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
UGANDA
SUDÃO
SAARA OCIDENTAL
18 de novembro de 2010 Conhecer a culinária na história desses países Na sala de aula para visitação Toda a comunidade escolar
Pesquisas culturais :
História
Religião
Língua
Localização geográfica
Gastronomia
Mitologia
Poesia
Bandeira
Música
Dança 18de novembro de 2010 A comunidade deve conhecer a cultura desses países na forma de manifestações culturais herdadas Sala de aula Toda a comunidade escolar
FORMAS DE AVALIAÇÃO
O projeto valerá 3 pontos em História.
Os tipos poderão ser através de :
Pesquisas
Aspectos qualitativos que estão abaixo.
CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DO ATITUDINAL
CRITÉRIOS INDICADORES CONSTANTEMENTE PARCIALMENTE NUNCA
1.CRIATIVIDADE E APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS
• Agregou inovação, criatividade e qualidade estética aos trabalhos.
• Evidenciou aprendizagens.
• Propõe idéias e solução aos desafios propostos pelo professor.
2. SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO • Apresentou organização da atividade.
• Empenhou-se em aprender novos conteúdos.
3. PARTICIPAÇÃO E ENVOLVIMENTO DA EQUIPE • Realizou apresentação com segurança e domínio de dados
• Demonstrou entrosamento e compromisso do grupo.
• cumpriu adequadamente as tarefas.
• trabalhou com iniciativa .
• respeitou o trabalho do colega
• cumpriu com os compromissos assumidos.
• Teve pontualidade na entrega das tarefas propostas .
• manteve assiduidade
• repudiou a discriminação evitando xingamentos
FONTE BIBLIOGRÁFICA
LIVRO – A ÁFRICA EM NÓS
ATLAS DA BAHIA
www.wikipedia.com.br
SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO DO PROGESTÃO 2008
www.geomundo. com.br.
IDENTIDADE E DIVERSIDADE
Salvador
Novembro
2010
SOU NEGRO
A Dione Silva
Sou Negro
meus avós foram queimados
pelo sol da África
minh'alma recebeu o batismo dos tambores atabaques, gonguês e agogôs
Contaram-me que meus avós
vieram de Luanda
como mercadoria de baixo preço plantaram cana pro senhor do engenho novo
e fundaram o primeiro Maracatu.
Depois meu avô brigou como um danado nas terras de Zumbi
Era valente como quê
Na capoeira ou na faca
escreveu não leu
o pau comeu
Não foi um pai João
humilde e manso
Mesmo vovó não foi de brincadeira
Na guerra dos Malês
ela se destacou
Na minh'alma ficou
o samba
o batuque
o bamboleio
e o desejo de libertação...
Solano Trindade
PÚBLICO –ALVO
OS ALUNOS DO EIXO VI
OBJETIVO GERAL
COMPREENDER AS AFINIDADES E CONTRIBUIÇÕES DOS POVOS AFRICANOS PARA A FORMAÇÃO DO POVO BRASILEIRO E EM ESPECIAL O BAIANO.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Reconhecer os países africanos que forneceram mão de obra para o Brasil e a Bahia na era colonial colonial.
Conhecer o modus vivendi dessas culturas e suas influencias no modus vivendi brasileiro e baiano.
Fazer um paralelo entre esses países africanos até o momento atual.
Conhecer a poesia desses países...
Conhecer a mitologia desses povos.
ASPECTOS MOTIVACIONAIS DO PROJETO
A Lei 10639 e 11 645 dão ao povo negro o reconhecimento de suas lutas para firmarem-se como etnia formadora do povo brasileiro e em especial do povo baiano.
Assim os povos que forçosamente tiveram que mandar mão de obra escrava para o Brasil deixaram fortes marcas no modus vivendi do baiano.
A escola como instituição de ensino formal e também formadora de opiniões pretende trabalhar esse projeto além da parte de aprendizagem em sala de aula , também com a Feira das nações africanas África/Bahia.
É um projeto interdisciplinar pois os aspectos a serem trabalhados irão desde o econômico até o cultural passando pelo geográfico e manifestações artísticas, gastronômicas e religiosas.
Relacionar o negro e o poder é resgatar uma imagética perdida , é mudar um paradigma do negro escravizado , sofrido , para um negro resiliente, inteligente, lutador onde o período da escravidão no Brasil (500 anos) é incompatível com toda a história do continente africano, vivo há milhões de anos.
METODOLOGIA
ESSE PROJETO TERÁ INICIO NA III UNIDADE COM CULMINÂNCIA NO DIA 18 DE NOVEMBRO DE 2010.
OS PAÍSES PESQUISADOS EM SEUS ASPECTOS DA ANTIGUIDADE E DA ATUALIDADE SÃO:
ANGOLA
MOÇAMBIQUE
TOGO
CONGO
GUINÉ-BISSAU
NIGÉRIA
SENEGAL
SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
UGANDA
SUDÃO
SAARA OCIDENTAL
Como são ao todo 11 países as salas se juntarão para trabalhá-los afim de que todos eles sejam contemplados.
A CONFIGURAÇÃO DOS TRABALHOS NOS EIXO 1,2,3,4 SERÁ DA SEGUINTE FORMA:
EIXO VI N1 –
ANGOLA
MOÇAMBIQUE
EIXO VI N2-
TOGO
CONGO
GUINÉ-BISSAU
EIXO VI N3-
NIGÉRIA
SENEGAL
SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
EIXO VI N4-
UGANDA
SUDÃO
SAARA OCIDENTAL
Aspectos que serão trabalhados dos países acima designados:
História
Religião
Língua
Localização geográfica
Gastronomia
Mitologia
Poesia
Bandeira
Música
Dança
PESQUISAS QUE ANTECEDEM A O MOMENTO DA CULMINÂNCIA.
Pesquisar sobre a diversidade dessas etnias africanas:
ANGOLA
MOÇAMBIQUE
TOGO
CONGO
GUINÉ-BISSAU
NIGÉRIA
SENEGAL
SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
UGANDA
SUDÃO
SAARA OCIDENTAL
PLANO DE AÇÃO DA CULMINÂNCIA
O QUE QUANDO PORQUE ONDE QUEM
Salas contendo com os pratos típicos e história dos países:
ANGOLA
MOÇAMBIQUE
TOGO
CONGO
GUINÉ-BISSAU
NIGÉRIA
SENEGAL
SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE
UGANDA
SUDÃO
SAARA OCIDENTAL
18 de novembro de 2010 Conhecer a culinária na história desses países Na sala de aula para visitação Toda a comunidade escolar
Pesquisas culturais :
História
Religião
Língua
Localização geográfica
Gastronomia
Mitologia
Poesia
Bandeira
Música
Dança 18de novembro de 2010 A comunidade deve conhecer a cultura desses países na forma de manifestações culturais herdadas Sala de aula Toda a comunidade escolar
FORMAS DE AVALIAÇÃO
O projeto valerá 3 pontos em História.
Os tipos poderão ser através de :
Pesquisas
Aspectos qualitativos que estão abaixo.
CRITÉRIOS PARA AVALIAÇÃO DO ATITUDINAL
CRITÉRIOS INDICADORES CONSTANTEMENTE PARCIALMENTE NUNCA
1.CRIATIVIDADE E APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS
• Agregou inovação, criatividade e qualidade estética aos trabalhos.
• Evidenciou aprendizagens.
• Propõe idéias e solução aos desafios propostos pelo professor.
2. SISTEMATIZAÇÃO DO CONTEÚDO • Apresentou organização da atividade.
• Empenhou-se em aprender novos conteúdos.
3. PARTICIPAÇÃO E ENVOLVIMENTO DA EQUIPE • Realizou apresentação com segurança e domínio de dados
• Demonstrou entrosamento e compromisso do grupo.
• cumpriu adequadamente as tarefas.
• trabalhou com iniciativa .
• respeitou o trabalho do colega
• cumpriu com os compromissos assumidos.
• Teve pontualidade na entrega das tarefas propostas .
• manteve assiduidade
• repudiou a discriminação evitando xingamentos
FONTE BIBLIOGRÁFICA
LIVRO – A ÁFRICA EM NÓS
ATLAS DA BAHIA
www.wikipedia.com.br
SISTEMÁTICA DE AVALIAÇÃO DO PROGESTÃO 2008
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